Você sabia? Cérebro da mulher diminui durante a gestação

Apesar do tamanho ser menor, a eficiência do cérebro aumenta.

As futuras mamães passam por muitos estágios durante a gravidez, isto é fato. As mudanças no corpo são facilmente perceptíveis, mas além dessas existem as mudanças psicológicas, biológicas e hormonais.

Um estudo realizado pela revista inglesa Nature Neuroscience, comprovou cientificamente que durante o período de gravidez áreas do córtex cerebral da mulher murcham. Ou seja, o cérebro da mãe diminui. Apesar do tom negativo, a redução do cérebro não é ruim, pelo contrario: um cérebro menor é mais eficaz.

O incrível é que após a gravidez, quando o cérebro já encolheu automaticamente ele está preparado para responder melhor o bebê.  

As partes que mais encolhem são: córtex frontal e temporal. Ambas estão relacionadas á empatia. Os encolhimentos dessas partes cerebrais implicam numa maior e melhor especialização, ou seja, aumenta a eficiência da mãe ao cuidar do bebê.  

Os especialistas dizem que é como se o cérebro estivesse amadurecendo para uma nova fase da vida. As áreas que sofrem alteração biológica são as mesmas que sofrem estimulo no momento que as mães veem fotos dos filhos.  A gravidez no geral e o momento mais especial que é parto são responsáveis por fortificar e sofisticar essas redes neurológicas, tornando a mãe mais sensível ao filho.

O encolhimento deixa sequelas?

A questão do debate é se as alterações no cérebro das mães poderiam afetar o envelhecimento do cérebro e a memória das mesmas. Segundo a neurocientista Elseline Hoekzema, existem poucos dados sobre o tema. Mas a cientista analisou 25 mães de primeira viajem e não encontrou nenhuma mudança.

Em contrapartida, a neurologista Liisa Galea da Universidade da Culúmbia Britânica, afirmou que existem sinais de falha na memória no período de gravidez e instantaneamente após o parto, tanto em pessoas quanto em animais. Contudo, segundo Galea não há razoes para desesperos, depois do período inicial a maternidade é capaz de tornar o cérebro mais forte.

Foto: Reprodução internetGestante

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FONTE: Dr. Curioso

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