Veja o caso da menina que sobreviveu após ficar submersa mais de 1h

Conheça esse caso incrível de sobrevivência.

Um estranho caso com um final feliz causou perplexidade na comunidade médica em 1986. Esse foi o ano que a menina Michelle Funk sobrevivia após ficar mais de uma hora submersa em águas gélidas de um riacho de Utah, Estados Unidos.

Michelle Funk tinha apenas dois anos e meio quando caiu em um riacho e foi arrastada pela correnteza que a fez submergir. Seu irmão viu tudo acontecer e chamou socorro rapidamente. Em 8 minutos as equipes de buscas já estavam no riacho localizado em Salt Lake City, onde ocorrera o fato trágico. O tempo passava e as equipes de resgate não encontravam a menina.

Quando Michelle foi encontrada, após ficar 66 minutos debaixo d’água sua família já não tinha mais esperanças de que estivesse com sinais vitais. E realmente não estava. Estava sem respiração e azulada.

Em situações de paradas cardíacas, se não é realizada tentativa de ressuscitação em até 6 minutos, há grande probabilidade de a pessoa ter morte cerebral. Porém, não foi o que ocorreu com a menina.

Ela foi levada ao hospital, onde foi realizada uma técnica de aquecimento extracorpóreo. Depois de 3 horas que a menina havia caído na água, para surpresa de todos um sinal de vida: a menina tossiu e começou a se recuperar. Ainda assim, havia danos de Michele ter danos cerebrais devido ao tempo em que seu cérebro esteve sem oxigenação. Mas não foi isso que aconteceu. A menina saiu ilesa do acidente.

Conforme especialistas, a hipotermia conserva o organismo da falta de oxigênio. Quanto mais a água estiver gelada, melhor para a conservação e as chances da vítima de afogamento. Porém, até então os casos de reanimação após afogamento nunca tinham chegado aos 66 minutos de Michele que possuía na época apenas dois anos e meio. Já havia acontecido de homem de 33 anos que ficou 22 minutos submerso. O caso de Michelle é inacreditável e inexplicável até mesmo para os especialistas. Os médicos não acreditam em milagre, mas que continua sendo um mistério 31 anos depois, continua.

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FONTE: Dr. Curioso

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