Polvos de crochê acalmam bebês prematuros

Os frágeis bebês prematuros se sentem mais seguros agarrados aos polvos feitos de crochê.

A vida de um bebê recém-nascido não é nada fácil nos primeiros dias. São muitas novidades para o bebê, e as dificuldades são maiores quando se tratam de crianças que nasceram prematuras. Porém, uma iniciativa que surgiu na Dinamarca tem amenizado e acalmado os bebês que nascem antes do tempo, além de deixar os pequenos mais fofos do que o normal.

Polvos feitos de crochê têm sido colocados junto aos bebês que se encontram na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) das maternidades de Curitiba, no Paraná. Outras cidades do estado também já se interessam pelo projeto, como Ponta Grossa, Londrina e Guarapuava.

Foto: Giuliano Gomes/PR PressBebê

O objetivo da ação é, resumidamente, tranquilizar os recém-nascidos. Segundo o médico Rubens Kliemann, os bebês acham que o polvo é o cordão umbilical e se agarram a ele, fazendo com que eles se sintam dentro do útero materno e deixem a unidade de tratamento intensivo mais rapidamente.

A coordenadora da UTI neonatal, Ana Bruna Sales, fala que os bebês foram observados e foi constatado que eles ficam mais calmos, respirando melhor, com batimentos cardíacos mais estáveis e, consequentemente, se recuperando de uma maneira melhor. Eles se sentem mais seguros com os polvos por perto, segundo ela.

Como os bebês prematuros são mais frágeis que os demais recém-nascidos, a maioria deles passa os primeiros dias de vida em incubadoras da UTI, para garantirem que sairão da maternidade em boas condições de saúde.

A confecção dos polvos é feita pelo ateliê da design gráfica Dani Dalledone, que faz esse trabalho de maneira voluntária. Ela viu sobre o projeto da Dinamarca na internet e teve a ideia de fazer o primeiro polvo de crochê quando uma conhecida teve um bebê prematuro.

Ela abriu espaço em seu ateliê para ensinar pessoas que quiserem ajudar com o projeto. O material utilizado é fruto de doação e toda mão-de-obra é oferecida voluntariamente.

Foto: Giuliano Gomes/PR PressBebê
*As informações foram tiradas do site G1.com

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FONTE: Dr. Curioso

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