O que é a Síndrome de Burnout?

Caracterizado como uma síndrome ocupacional, ela resulta em sintomas como nervosismo, dor de barriga, tontura, falta de apetite, cansaço, irritação, entre outros.

Ter um emprego é algo essencial para nossa vida. É através dele que recebemos remuneração que nos permite comprar coisas e usufruir das mais diversas formas de comércio. Porém, se por um lado o trabalho paga nossas contas, por outro, ele nos traz problemas como o estresse.

A Síndrome de Burnout ou síndrome do esgotamento profissional tem sido identificado com cada vez mais frequência na sociedade. Caracterizado como uma síndrome ocupacional, ela resulta em sintomas como nervosismo, dor de barriga, tontura, falta de apetite, cansaço, irritação, falta de vontade de ir para o local de trabalho, entre outros tipos de incômodos sérios. A palavra “burnout” significa esgotamento e é uma analogia a combustão. É importante destacar que fazem parte dessa síndrome apenas problemas gerados a partir do ambiente de trabalho.

Essa síndrome pode ser motivada por diversas situações vividas na vida profissional, como por exemplo, excesso de cobranças, acúmulo de responsabilidades, competitividade, carga horária estendida, entre outros. Esse transtorno está se tornando tão grave que a OMS (Organização Mundial da Saúde) já o incluiu na Classificação Internacional de Doenças, uma lista que indica quais enfermidades possuem tendência a crescerem nos próximos anos. Segundo a Organização, o burnout é “uma síndrome resultante de um stress crônico no trabalho que não foi administrado com êxito”.

Foto: Reprodução Internet/Site OrloskiA Síndrome de Burnout está cada vez mais comum entre os trabalhadores.
A Síndrome de Burnout está cada vez mais comum entre os trabalhadores.

Indicativas mostram que professores, enfermeiros, médicos, jornalistas e policiais estão entre os profissionais mais afetados pela Síndrome de Burnout. Porém, é preciso ficar atento em todas profissões, pois, infelizmente, cada vez mais as empresas tem feito com que os locais de trabalho se tornem ambientes desagradáveis.

Quando a doença evolui, os sintomas também se agravam. Além dos já citados, o trabalhador passa a ter dores de cabeça com frequência, dores musculares, pressão alta, insônia, falta de concentração, problemas gastrointestinais, alterações repentinas de humor, alteração dos batimentos cardíacos e, em casos mais graves, depressão.

O tratamento mais comum para o burnout é a psicoterapia. Em casos mais sérios, antidepressivos e ansiolíticos podem ser receitados para o paciente. Quando o trabalhador ainda está no início da síndrome, praticar exercícios e atividades de lazer podem ser um forte aliado, pois ajudam a aliviar a tensão.

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FONTE: Dr. Curioso

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