Como surgiram os submarinos?

Descubra como surgiram essas embarcações muito utilizadas por marinhas do planeta inteiro.

Se você ama admirar o fundo do mar e as belezas presentes embaixo d’agua, com certeza você já quis “passear” em um submarino. O fundo do mar sempre despertou grande curiosidade por parte de cientistas e pesquisadores do mundo todo. Sinos de mergulho já haviam sido lançados ao mar para que Alexandre, o Grande, pudesse observar o fundo do mar.

Conforme a curiosidade de desvendar o fundo dos oceanos crescia, a necessidade de criar um equipamento adequado para tal tarefa aumentava.

O primeiro modelo de submarino  construído foi criado 1620, pelo holandês Cornelis Drebbel. Anteriormente, o inglês William Bourne havia sido o responsável por estudar os aspectos práticos da utilização de lastro para a submersão, possibilitando assim que Drebbel criasse uma embarcação capaz de ficar submersa.

Com o passar dos anos, muitos modelos foram criados e aperfeiçoados. Nos anos de 1890, os motores elétricos e o motor de combustão foram inventados, o que resultou em uma grande evolução dos submarinos. Esse tipo de embarcação passou a ser muito utilizada durante a Primeira Guerra Mundial, e hoje é usada por todas as Marinhas do planeta.

Foto: Reprodução Internetsubmarino

A partir de 1955 surgiram os submarinos nucleares, capazes de passar meses submersos no oceano. Eles são mais silenciosos que os demais e, atualmente, são muito usados pelas marinhas dos EUA, Rússia e Grã-Bretanha.

Os submarinos alcançam grandes profundidades, porém, cada um é feito para navegar em uma determinada profundidade. Ela dependerá da resistência do casco à pressão da água. Eles possuem um sistema de vedação que torna sua estrutura resistente durante o mergulho.

Essas embarcações são pouco usadas, exceto em casos de guerras e pesquisas subaquáticas. Por ser fabricada em diversos tamanhos, ela possui a opção para duas pessoas, muito usada por pesquisadores e cientistas, para fins de pesquisa sobre a vida da fauna e flora marinhas.

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FONTE: Dr. Curioso

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