Como funcionam os radares de velocidade?

Para um radar funcionar, ele utiliza sensores no asfalto, câmeras e uma central de análise.

Quando se é motorista, muitas regras de trânsito devem ser seguidas para evitar acidentes e multas. Uma delas é respeitar os limites de velocidade. Para fazer o controle desse fato do trânsito, os órgãos responsáveis utilizam dos radares de velocidade, sejam eles móveis ou fixos.

Para quem está dirigindo um veículo, a velocidade pode ser percebida por causa do velocímetro, que mete em quantos quilômetros por hora está acontecendo o deslocamento. 

Para um radar funcionar, ele utiliza sensores no asfalto, câmeras e uma central de análise. Geralmente, dois ou três radares são colocados na pista e, quando um carro passa por eles, sinais são enviados para um computador. Um sistema então faz o cálculo da velocidade em que aquele veículo transita.

Quando o limite da velocidade é excedido, as câmeras (que são ligadas aos sensores) fotografam o veículo. Um sistema de identificação existente nelas faz com que a placa do carro seja fotografada de forma nítida e identificável. As câmeras utilizadas nos radares estão ligadas e filmando o tempo todo, porém, as imagens só são gravadas quando uma infração é cometida.

Antes de o órgão emitir a multa e enviar ao condutor, um operador analisa os dados captados em todo o processo, para identificar possíveis erros. Se a infração for confirmada, uma notificação impressa é enviada para o endereço do condutor.

Os radares móveis (conhecidos como pistola da multa) funcionam de maneira diferenciada, pois não funcionam sozinhos. Eles emitem ondas eletromagnéticas que atingem os carros e são rebatidas por eles. Através dessas ondas, é possível saber se o condutor está dirigindo acima do limite de velocidade permitido ou não.

Foto: Reprodução Internetradar

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FONTE: Dr. Curioso

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